CASO BEATRIZ: MENINA ASSASSINADA BRUTALMENTE, CRIME COMPLETA 6 ANOS E SEGUE SEM SOLUÇÃO

Atualizado: 21 de dez. de 2021

Beatriz Angélica foi encontrada morta no dia 10 de dezembro de 2015, em um colégio de Petrolina.

No dia 10/12, o assassinato da menina Beatriz Angélica Mota Ferreira da Silva completa quatro anos. A menina, de 7 anos, foi encontrada morta, com 42 facadas, durante uma festa de formatura em um colégio particular de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A família da garota segue em busca de respostas. Até o momento, ninguém foi preso e a motivação do crime ainda é desconhecida.

O caso de Beatriz mobilizou a sociedade petrolinense. Desde que o crime aconteceu, familiares e amigos da menina cobram respostas e elucidação do caso das autoridades de segurança do estado de Pernambuco através de protestos.

A Polícia Civil divulgou imagens detalhadas do suspeito do assassinato da menina Beatriz Angélica Mota Ferreira da Silva. Na ocasião, a delegada Gleide Ângelo se disse convicta de que o indivíduo que aparece nas gravações é o autor do crime.

A Polícia Civil de Pernambuco informou através de nota, que "além da troca do delegado responsável pelas investigações do caso da menina Beatriz, foram designados cinco novos agentes de polícia, escolhidos pela delegada Pollyanna Neri, titular do inquérito. A nova equipe de investigação está trabalhando exclusivamente no caso, com o apoio dos núcleos de inteligência local e do Recife. A Polícia acredita que a experiência em resolução de casos de homicídios acumulada pela nova equipe trará novos rumos a investigação. E garante o compromisso da corporação em identificar e prender todos os envolvidos no assassinato de Beatriz."

O homem suspeito de apagar as imagens das câmeras de segurança do colégio onde a menina foi encontrada foi conduzido coercitivamente pela polícia para prestar depoimento sobre o caso. Os pais de Beatriz comentaram a decisão e lamentaram o fato do pedido de prisão do homem que, segundo eles, era funcionário do colégio, ter sido negado pela justiça.

ALISSON HENRIQUE DE CARVALHO - POLICIA CIVIL/DIVULGAÇÃO

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) revogou o pedido de prisão contra Alisson Henrique, que estava foragido desde dezembro de 2018. Segundo a defesa de Alisson, a prisão dele foi pedida sem que o inquérito tivesse sido concluído.

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco disse que "reafirma a seriedade e a dedicação com que está sendo conduzida a investigação do caso Beatriz, que corre em segredo de justiça. Por isso, não podem ser fornecidas informações do andamento dos trabalhos. Por fim, a PCPE reitera a confiança de elucidar esse bárbaro assassinato e apresentar quem comeu esse crime à justiça".


Fonte: G1 - Polícia Civil

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