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Caso Rodrigo Carvalheira: Defesa expressa confiança, enquanto acusações se ampliam


Divulgação

Nesta sexta-feira (12), a audiência de custódia para o caso do empresário Rodrigo Carvalheira está programada para acontecer, conforme confirmado pela sua defesa. Rodrigo encontra-se no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), no Grande Recife, desde a última quinta-feira (11).


A equipe técnica de defesa do Escritório Graciele Queiroz, responsável pela representação legal de Rodrigo, expressou confiança no andamento do caso, destacando a "insuficiência de provas". A defesa reiterou a caracterização da prisão como "política", mencionando o suposto envolvimento de uma das acusadoras com um adversário político do empresário.


Apesar das alegações da defesa, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre os crimes atribuídos a Rodrigo, mantendo o caso sob sigilo judicial. Rodrigo Carvalheira foi preso na última quinta-feira (11), no Recife, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça. As denúncias partiram de pelo menos três mulheres pertencentes ao mesmo círculo social de Rodrigo, abrangendo eventos ocorridos entre 2009 e 2019.


Os relatos das vítimas apontam para um modus operandi em que Rodrigo supostamente as dopava com entorpecentes para cometer abusos sexuais. Uma das mulheres relatou ter sido dopada com um comprimido, possivelmente ecstasy, e acordado posteriormente com o empresário sobre ela, notando manchas de sangue pela casa. Outro caso descrito remonta a 2011, quando uma vítima menor de idade teria sido levada à força por Rodrigo para um motel, após sair de uma festa.


Em sua defesa, Rodrigo alega inocência, classificando a prisão como "arbitrária" e uma "armação política". Durante uma coletiva de imprensa na noite de quinta-feira (11), a advogada de Rodrigo lançou luz sobre o suposto envolvimento político das acusações, sugerindo que uma das denunciantes ameaçou denunciar Rodrigo por estupro caso ele se candidatasse nas eleições deste ano.

A advogada também levantou questionamentos sobre os motivos da prisão, sugerindo que ela foi motivada por uma ligação feita por Rodrigo para uma delegada, interpretada como uma tentativa de interferir nas investigações. Enquanto as acusações se multiplicam, a defesa se mantém firme em sua posição, confiante na estratégia traçada para a audiência de custódia.

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